Erling Haaland terminou o FC Porto-Manchester City com dois golos, três pontos e uma discussão com Pablo Rosario que ainda prolongou fora do campo. O avançado norueguês afirma que o médio portista lhe agarrou as nádegas durante o confronto físico nos descontos, episódio que acabou com cartão amarelo para ambos.
O lance aconteceu já depois de Haaland ter marcado o segundo golo e quando o avançado procurava ainda a possibilidade de completar o hat-trick. Rosario travou-o perto da área, os dois envolveram-se fisicamente e vários jogadores aproximaram-se antes de Szymon Marciniak conseguir separar o grupo.
Haaland contou posteriormente a sua versão com algum distanciamento, explicando que Rosario parecia tão interessado em impedir o terceiro golo como ele estava em consegui-lo e acrescentando que uma imagem do momento mostraria o gesto que descreveu.
A noite teve também uma história bastante mais relevante para o futebol. O primeiro golo nasceu de um cabeceamento e Haaland revelou ter trabalhado especificamente esse gesto apenas dois dias antes com o pai, Alf-Inge, num treino informal.
O avançado considera que o jogo aéreo se tornou uma das áreas em que mais evoluiu ao longo da carreira e associa essa melhoria à repetição e à experiência acumulada.
No Dragão, o treino encontrou aplicação quase imediata.
O confronto com Rosario ficou para os descontos.
O cabeceamento ficou no resultado.















