O Galatasaray chegou a Lisboa para a estreia na Liga dos Campeões sem Victor Osimhen e outras peças importantes de uma equipa que se reforçou para aumentar a ambição europeia, mas trouxe na comitiva qualidade e várias ligações ao futebol português.
Rafael Leão concentra naturalmente grande parte das atenções. O extremo volta ao estádio onde se formou para defrontar o Sporting pela primeira vez, agora ao serviço do campeão turco e depois de ter encerrado durante o verão um longo ciclo no Milan.
Deniz Gül regressa poucas semanas depois de ter deixado o FC Porto e Renato Nhaga também conhece o futebol português pela passagem pelo Casa Pia.
A lista de viagem mantém ainda nomes como İlkay Gündoğan, Leroy Sané, Lucas Torreira, Gabriel Sara, Barış Yılmaz e Davinson Sánchez.
Osimhen é a perda com maior impacto ofensivo. O nigeriano vinha a assumir a principal referência da equipa, obrigando Okan Buruk a decidir agora entre uma solução mais móvel, com Barış Yılmaz, e a utilização de jogadores que chegaram recentemente, entre eles Leão e Gül.
O próprio treinador recusou transformar a ausência de Osimhen numa explicação antecipada para aquilo que a equipa poderá ou não produzir em Alvalade.
O Galatasaray chegou desfalcado.
Não chegou sem argumentos.















