O Sporting realizou uma das maiores transformações recentes do plantel, mas a revolução teve limites definidos desde o início. Fresneda, Gonçalo Inácio, Maxi Araújo, Geny Catamo e Luis Suárez foram identificados como jogadores a preservar e chegam ao final do mercado ainda integrados na equipa de Rui Borges.
Nem todos tiveram o mesmo grau de assédio.
Geny recebeu a aproximação mais concreta. O Sunderland chegou aos 30 milhões de euros fixos, mais dez milhões dependentes de objetivos, mas o Sporting recusou abrir a porta e manteve a posição mesmo perante novas tentativas.
Maxi Araújo despertou atenção em várias das principais ligas depois da época passada e do Mundial. O Sporting respondeu reforçando a ligação ao uruguaio, com renovação até 2030 e melhoria das condições contratuais.
Fresneda apareceu associado à Roma, mas os valores discutidos ficaram longe daquilo que a SAD considerava necessário para iniciar uma negociação.
Gonçalo Inácio voltou a surgir ligado a clubes estrangeiros, sem que aparecesse uma proposta capaz de alterar os planos leoninos.
Luis Suárez teve um verão mais ruidoso. Surgiram contactos e a possibilidade de uma mudança para a Turquia, mas nenhuma proposta concreta atingiu um patamar capaz de convencer o Sporting.
A permanência ganhou entretanto importância desportiva.
O colombiano respondeu com golos e assumiu vantagem na disputa pela posição de avançado.
Ao mesmo tempo, Hjulmand, Trincão, Pedro Gonçalves, Daniel Bragança e Morita deixaram Alvalade.
O Sporting não tentou conservar o antigo ciclo.
Escolheu aquilo que queria levar dele para o seguinte.















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