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Navegação principal da época 2026/27.

Protestos aqueceram o banco do Benfica e obrigaram Sérgio Guelho a intervir

Marco Silva e Simão Sabrosa contestaram várias decisões durante o encontro nos Barreiros. A tensão aumentou num lance envolvendo Prestianni e Igor Julião e o adjunto Gonçalo Santos acabou repreendido.

A vitória do Benfica por 3-0 sobre o Marítimo não impediu momentos de tensão entre o banco encarnado e a equipa de arbitragem. Marco Silva contestou várias decisões ao longo do encontro, dirigindo grande parte dos protestos ao quarto árbitro, e Sérgio Guelho acabou por intervir para travar a escalada.

Prestianni esteve no centro de alguns dos momentos mais quentes.

O argentino manteve um duelo intenso com Igor Julião e reclamou repetidamente de contactos que considerava excessivos. Um desses episódios provocou um pedido de grande penalidade e aumentou o desagrado no banco do Benfica.

Simão Sabrosa juntou-se aos protestos.

A contestação não se limitava ao lance dentro da área. O banco encarnado entendia também que algumas entradas dos jogadores madeirenses justificavam uma intervenção disciplinar mais rápida.

A sucessão de reclamações acabou por levar Sérgio Guelho a aproximar-se da zona técnica.

Gonçalo Santos, adjunto de Marco Silva, foi repreendido pelo árbitro e o episódio ajudou a baixar a temperatura.

A tensão não teve consequências posteriores nem alterou o desenvolvimento da partida.

O Benfica já estava em vantagem e acabaria por construir um triunfo claro na segunda parte.

Ficou, ainda assim, uma imagem pouco habitual num encontro que terminou sem polémica decisiva de arbitragem: mesmo num jogo ganho por três golos, o banco encarnado viveu alguns minutos muito longe da tranquilidade sugerida pelo resultado final.