A vitória do Benfica por 3-0 sobre o Marítimo não impediu momentos de tensão entre o banco encarnado e a equipa de arbitragem. Marco Silva contestou várias decisões ao longo do encontro, dirigindo grande parte dos protestos ao quarto árbitro, e Sérgio Guelho acabou por intervir para travar a escalada.
Prestianni esteve no centro de alguns dos momentos mais quentes.
O argentino manteve um duelo intenso com Igor Julião e reclamou repetidamente de contactos que considerava excessivos. Um desses episódios provocou um pedido de grande penalidade e aumentou o desagrado no banco do Benfica.
Simão Sabrosa juntou-se aos protestos.
A contestação não se limitava ao lance dentro da área. O banco encarnado entendia também que algumas entradas dos jogadores madeirenses justificavam uma intervenção disciplinar mais rápida.
A sucessão de reclamações acabou por levar Sérgio Guelho a aproximar-se da zona técnica.
Gonçalo Santos, adjunto de Marco Silva, foi repreendido pelo árbitro e o episódio ajudou a baixar a temperatura.
A tensão não teve consequências posteriores nem alterou o desenvolvimento da partida.
O Benfica já estava em vantagem e acabaria por construir um triunfo claro na segunda parte.
Ficou, ainda assim, uma imagem pouco habitual num encontro que terminou sem polémica decisiva de arbitragem: mesmo num jogo ganho por três golos, o banco encarnado viveu alguns minutos muito longe da tranquilidade sugerida pelo resultado final.















