Léo Santos completou dois anos como jogador do Nacional já com um estatuto muito diferente daquele com que chegou à Madeira. O central brasileiro soma 51 partidas pelo clube, cinco golos e quatro assistências e tornou-se uma presença regular na defesa alvinegra.
O jogador chegou em agosto de 2024, proveniente do Guarani, e acompanhou o crescimento competitivo da equipa durante as duas últimas temporadas.
A regularidade aparece também nos indicadores defensivos. Ao longo dos 51 encontros, Léo acumulou mais de 330 ações defensivas, ultrapassou os 170 duelos ganhos e recuperou mais de 150 bolas.
Os números ofensivos acrescentam outra dimensão. Cinco golos para um defesa-central mostram capacidade para aparecer nas áreas adversárias, sobretudo em situações de bola parada.
Aos 27 anos, Léo Santos encontrou na Choupana continuidade depois de um percurso iniciado no Corinthians e marcado por diferentes etapas antes da chegada ao futebol português.
O aniversário da ligação ao clube coincide com a preparação de mais uma jornada. O Nacional recebe o Estrela da Amadora no domingo e procura dar sequência ao início de campeonato.
Ulisses, José Gomes e Laabidi continuam fora do trabalho normal enquanto recuperam das respetivas lesões.
Léo Santos chega ao encontro sem qualquer simbolismo necessário para justificar a importância que ganhou. Dois anos depois da contratação, os 51 jogos dizem o essencial: deixou de ser uma aposta chegada do Brasil para se tornar uma das referências da defesa do Nacional.















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