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Fofana reencontra o Manchester City com uma velha história de golos ao Benfica

Médio passou pela formação inglesa antes de construir carreira em França e Itália. Pode ganhar espaço no onze portista perante a ausência de Froholdt e procura ainda a estreia na Liga dos Campeões.

Seko Fofana pode encontrar na estreia do FC Porto na Liga dos Campeões um reencontro com uma das primeiras casas da carreira. O médio representou os escalões jovens do Manchester City antes de sair de Inglaterra e regressa agora ao outro lado, já com 31 anos e com a possibilidade de assumir maior protagonismo na equipa de Francesco Farioli.

A ausência de Victor Froholdt abre espaço no meio-campo portista para a receção aos ingleses, terça-feira, às 20 horas, no Dragão.

Fofana conhece o adversário de uma realidade muito diferente.

Chegou ao Manchester City ainda jovem e integrou as equipas de formação numa fase em que procurava transformar potência física, chegada à área e capacidade de remate numa carreira sénior.

Foi nesse período que estabeleceu uma coincidência curiosa com o Benfica.

Em março de 2014, marcou na Youth League diante dos encarnados com um remate de longe que colocou o City em vantagem. A equipa portuguesa acabaria por virar o encontro e vencer por 2-1.

Meses depois, voltou a encontrar o Benfica, desta vez a equipa B, numa competição internacional de sub-21.

Voltou a marcar.

Dessa vez, o Manchester City venceu por 3-1.

A carreira seguiria depois outros caminhos. Fofana afirmou-se sobretudo fora de Inglaterra, ganhou dimensão na Udinese e no Lens e regressou ao futebol europeu de primeiro plano antes de chegar ao FC Porto.

A Champions continua, contudo, a ser um território praticamente novo.

O médio ainda procura a estreia na principal competição europeia de clubes e pode fazê-lo precisamente diante da equipa onde começou a conhecer o futebol inglês.

Não será o primeiro reencontro simbólico da carreira.

Fofana também passou pelo Benfica entre 2012 e 2015 sem chegar à equipa principal.

Agora joga pelo FC Porto.

E chega ao jogo europeu com uma oportunidade que o contexto tornou maior: substituir uma das peças mais importantes do meio-campo e mostrar que a profundidade portista consegue sobreviver à ausência de Froholdt.