Edin Dzeko vai terminar a carreira internacional a 2 de outubro, frente à Suécia, colocando fim a quase duas décadas ao serviço da Bósnia e Herzegovina.
Aos 40 anos, sai como o futebolista com mais internacionalizações e também como o melhor marcador da história da seleção.
Tem atualmente 151 jogos e 73 golos.
A despedida elevará o primeiro número para 152.
Dzeko estreou-se pela seleção principal em 2007 e atravessou praticamente toda a história moderna do futebol bósnio, tornando-se a principal referência de uma geração que conseguiu aquilo que nenhuma anterior tinha alcançado.
Em 2014, a Bósnia qualificou-se pela primeira vez para um Campeonato do Mundo.
O avançado continua a identificar esse apuramento como um dos momentos mais importantes da carreira, não apenas pelo resultado desportivo, mas pela dimensão que a celebração ganhou no país.
«Nada na minha carreira se comparou ao orgulho que senti cada vez que vesti esta camisola», escreveu na mensagem de despedida.
Dzeko chegou aos 40 anos ainda como internacional e participou também no Mundial de 2026 antes de decidir que tinha chegado o momento de abrir espaço à geração seguinte.
A carreira nos clubes levou-o a alguns dos maiores campeonatos da Europa e a equipas como Wolfsburgo, Manchester City, Roma e Inter.
Nenhuma camisola, porém, foi usada tantas vezes como a da Bósnia.
A última ficará para outubro.
Contra a Suécia.
E diante dos adeptos a quem pediu uma última noite juntos.















)