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Do relógio à réplica do Bernabéu: Real Madrid estende a receção aos reforços às próprias famílias

Claudia Rodríguez, mulher de Marc Cucurella, mostrou parte dos presentes entregues pelo clube durante a chegada do internacional espanhol.

A integração de um reforço no Real Madrid não termina no contrato, na camisola ou na apresentação pública. Claudia Rodríguez, mulher de Marc Cucurella, mostrou através do seu canal no YouTube como o clube procura envolver também as famílias dos novos jogadores, através de presentes personalizados e de uma receção pensada para marcar a chegada ao Bernabéu.

No caso da família Cucurella, foram preparadas camisolas personalizadas com referência à data em que o lateral assinou pelo clube, uma réplica em miniatura do estádio, um relógio Hublot personalizado e uma mala branca da Loewe.

«Fazem-nos sentir muito acarinhados», resumiu Claudia Rodríguez ao mostrar os presentes.

A atenção ao detalhe acompanha aquilo que o próprio Real Madrid já torna visível nas apresentações oficiais dos jogadores.

Cucurella assinou um contrato de seis temporadas e recebeu formalmente de Florentino Pérez uma camisola com o número 17, uma réplica do Santiago Bernabéu e um relógio, elementos que fazem parte do protocolo de chegada ao clube.

O mesmo ritual foi repetido poucos dias antes com Bernardo Silva, que recebeu uma réplica do estádio, relógio e camisola personalizada depois de assinar até 2028.

A extensão desse cuidado às famílias tem uma função menos cerimonial.

Os clubes de topo recebem jogadores que mudam de país, cidade, escola dos filhos e rotinas familiares num espaço de poucos dias. A adaptação desportiva começa, muitas vezes, por depender da estabilidade construída fora do centro de treinos.

Cucurella destacou precisamente essa dimensão quando falou da chegada a Madrid. Considerou a família a estrutura mais importante da vida pessoal e admitiu que a forma como foi recebido desde o primeiro dia acelerou a sensação de pertença ao novo clube.

No Real Madrid, até a primeira memória da transferência é, por isso, pensada para ultrapassar o jogador.

O contrato pertence ao futebolista.

A chegada envolve todos os que vieram com ele.