O Chelsea terminou o mercado inglês sem Enzo Fernández e sem Lamine Camara, o jogador escolhido para preencher a vaga deixada pelo argentino. O acordo com o Monaco estava praticamente concluído quando o clube francês recuou, deixando os londrinos sem tempo para construir uma alternativa.
A operação rondava os 55 milhões de euros.
Camara, de 22 anos, deveria viajar para Inglaterra, realizar exames médicos e assinar um contrato de longa duração depois de os clubes terem chegado a entendimento sobre a transferência.
O processo mudou nas últimas horas.
O Monaco comunicou por escrito que já não avançaria com a venda e o negócio caiu depois do encerramento da janela da Premier League.
A decisão deixou o Chelsea particularmente exposto porque Enzo Fernández já tinha sido autorizado a completar a mudança para o Manchester City.
Os londrinos receberam 125 milhões de libras pelo argentino, mas perderam simultaneamente a possibilidade de reinvestir parte dessa verba no sucessor identificado.
O movimento de Camara esteve também condicionado por outras operações do Monaco durante o último dia.
O clube do Principado geriu diferentes saídas em simultâneo e acabou por alterar a disponibilidade para libertar o médio quando o mercado já estava no limite temporal.
Para o Chelsea, a consequência é essencialmente desportiva.
O clube realizou uma das maiores vendas da história inglesa, mas entra no período seguinte com menos uma referência no meio-campo e sem o reforço que tinha preparado para substituir Enzo.
O mercado fechou com dinheiro em caixa.
E uma vaga que ficou aberta.















