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Benfica leva dois golos de margem à Dinamarca, mas Durán fica no ginásio antes da viagem

Águias defendem quinta-feira o 3-1 conseguido na Luz. Circati já trabalha com o grupo e pode estrear-se numa convocatória, enquanto Palhinha deverá começar por uma sessão individual.

O Benfica parte esta quarta-feira para a Dinamarca com uma vantagem de dois golos sobre o Aarhus e praticamente todo o plantel disponível, mas com Jhon Durán fora do último treino no relvado.

O avançado colombiano ficou a trabalhar no ginásio durante a sessão realizada no Seixal. Não foi comunicada qualquer lesão, mas a ausência ganha relevância na véspera da segunda mão do play-off de acesso à fase de liga da Liga Europa.

Marco Silva parte de um 3-1 construído na Luz.

Rafa, Leandro Barreiro e Pavlidis marcaram os golos de uma primeira mão em que o Benfica criou o suficiente para deixar a eliminatória ainda mais desequilibrada. O resultado oferece margem, não autorização para desligar.

A tendência é, por isso, manter a base da equipa na Dinamarca.

Uma das novidades pode estar entre os convocados. Circati já treina com o grupo desde sexta-feira e a resposta física tem sido positiva, abrindo a possibilidade de integrar pela primeira vez uma lista de Marco Silva.

Daniel Banjaqui continua de fora devido a uma lesão muscular na coxa direita, enquanto Jaden Umeh prossegue a recuperação do problema sofrido durante a pré-temporada.

O dia poderá ainda marcar a primeira passagem de João Palhinha pelo trabalho no Benfica Campus como reforço, embora numa sessão individualizada enquanto conclui o processo de integração.

Jakub Kaminski vive uma situação diferente.

O extremo começou a época como titular por falta de alternativas, perdeu espaço com os regressos e a afirmação de outros jogadores e ainda não se estreou na Liga. A equipa técnica, porém, mantém o plano traçado para a sua evolução e não interpreta a redução dos minutos como perda de confiança.

Marco Silva tem agora concorrência nas alas e já foi claro sobre a exigência: Kaminski terá de ganhar espaço perante jogadores como Prestianni e Schjelderup.

Na Dinamarca, essa profundidade pode voltar a ser útil.

O Benfica está a 90 minutos da fase de liga.

Chega com vantagem suficiente para controlar a eliminatória, mas também com a memória recente de uma primeira mão em que criou demasiado para considerar o 3-1 uma obra concluída.